Por que minha empresa precisa estar nas redes sociais

Por: Raphael Caitano

Você, que é empreendedor (ou empreendedora) ou está caminhando para isso, com certeza já está de saco cheio de ler textos que falam sobre ‘a importância das redes sociais para as empresas’. São toneladas de links na internet que colocam as redes sociais como principal ferramenta para o crescimento dos negócios.

E isso não é por acaso. Sabe por quê? Por que essa informação é, de fato, importante. Ainda que pareça esquisito falar de algo tão batido e repetitivo, quando terminar de ler essas três informações que vão mudar a sua maneira de ver as redes sociais para empresas, você vai entender a diferença entre apenas falar da importância delas e o que fazer para sua marca ser, de fato, importante nelas.

Objetivo não! Foque em outra coisa.

Se a primeira coisa que uma agência de Marketing Digital pergunta para um cliente novo é ‘o que você pretende com as redes sociais?’ ou ‘qual o seu objetivo enquanto empresa nas redes sociais’, então pode ter certeza que ela já está ultrapassada. Porque o objetivo final de toda empresa que investe em algo novo para anunciar e se comunicar é vender mais e com qualidade, seja em um site, seja nas redes sociais, seja na TV.

Agora, se ela lhe questiona sobre o seu público, quem você idealiza como cliente potencial, quem você quer atingir, aí sim é mais fácil que essa agência atenda o seu objetivo, que é vender mais.

O creative strategist do Facebook no Brasil, Cristiano Dias, falou em uma palestra do Social Media Week, em 2013, que o segredo dessa rede social é achar as pessoas certas e mandar o conteúdo certo para elas. Parece simples, né? Mas não é, por isso vou exemplificar: 

  • Imagine que a Coca Cola percebeu que o consumo do refrigerante estava diminuindo entre o público infantil e juvenil. E aí decide que vai trabalhar o seu conteúdo na internet para esse público. Certo? Mais ou menos. A coca cola vai montar suas campanhas nas redes sociais pensando em crianças e adolescentes sim, mas também (com certeza!) nos pais, que são os que, muitas vezes, têm o poder de decisão. E aí vem a dúvida: a marca precisa produzir conteúdo diferente para crianças e adultos? Ou pode mesclar. Sim e e sim, respectivamente.

Na TV você faz um vídeo para um público amplo, aberto. Não tem como fazer um vídeo para cada grupo. Nas redes sociais não, o espaço é livre. Quando há uma estratégia pensada em cima do público certo (ou públicos certos) as chances de o trabalho nas redes sociais para empresas funcionar são bem mais altas.

Mas, não precisa agradar a todos…

Marcas devem ter opinião, por isso, nem sempre vai dá para agradar a todos. Se sua empresa vende roupas, com certeza uma não vai agradar. Se você é a própria marca, e é um nutricionista, por exemplo, o seu ponto de vista pode não ser bem aceito por algum grupo, ainda que esteja utilizando uma explicação científica.

É comum ver memes nas redes sociais de empresas seguindo a moda do momento, sem demonstrar nenhuma relação com a marca. Aí é que está a diferença entre estar conectado e estar sendo diferente. As mensagens precisam ter coerência e, ainda que sejam memes ou mensagens de humor, o que for publicado tem que construir valor para a sua marca. Que tal inventar o próprio meme, um que tenha a sua cara?

Os concorrentes não são outras marcas

Você acha que alguém vai ligar o computador para ver redes sociais de empresas? Acredite, isso não é tão comum. A não ser que você seja a marca Neymar, Nike, Globo e outras celebridades que estão compartilhando conteúdos que viralizaram e que, a partir de então, passaram a ter destaque.

Os seus concorrentes são as pessoas. O que aparece no feed são: a foto da filha do seu amigo no Facebook, ou dos amigos da turma da faculdade que você começou amizade há pouco tempo ou a da sua tia que viaja bastante e posta tudo no Instagram. Então, o que faz as pessoas comuns seguirem marcas? A mesma coisa que faz elas seguirem outras pessoas comuns: o fato de aquela publicação ser única, que vem só daquele perfil e traz a tona uma sensação de proximidade.

A marca aparece no feed ou é encontrada na internet. No geral, as pessoas gostam de se sentir únicas e, por isso, se mantêm conectadas a marcas que produzem conteúdos direcionados, que transmitem essa sensação de particularidade. “Eu me identifico com isso”. Essa é a pegada.

Conclusão
Terminamos esse texto de forma objetiva, porque é assim que tem que ser a comunicação entre marca e público:  independente de uma informação diferente do que você habitualmente lê sobre redes sociais para empresas na internet, cada marca tem suas próprias regras. Seguir tendências, o que está dando certo, fazer testes para sentir onde o seu público está mais envolvido e onde não está são algumas das dezenas de maneiras de usar as redes sociais de modo estratégico e compensador.

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